Opinar 2022 – A desconfiança no crescimento económico

Em fim de ano fazem-se as contas e opina-se sobre as extrapolações previsíveis com base nas vivências pessoais, nas leituras das escritas iluminadas pelas mentes brilhantes da governação e da oposição e assustamo-nos com a inflação e a subida dos juros.

Decerto vem aí tempos mais exigentes e que vão obrigar a escolher os investimentos com mais cautela mas não crises económicas como as de 2007. Não. As empresas e as famílias estão melhor alicerçadas e tem uma visão prevenida que as vai defender e permitir ter maior resistência a eventuais contratempos que possam vir a ter que combater mas a recente experiência de 2007 ainda serve de aviso o suficiente para não permitir que a influência da guerra e da subida de preços sejam a catástrofe anunciada.

Com estima
Engº Bruno Fagundes